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June 08, 2008 09:17 AM PDT

 
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June 08, 2008 08:59 AM PDT

 
MÚSICA: MUDANÇA E INCLUSÃO SOCIAL
Explicit
May 20, 2008 06:46 PM PDT
Miguel Farias, Produtor e Apresentador do Programa Liberdade de Expressão
O Programa Liberdade de Expressão exibido dia 12 de maio de 2008, apresentado por Miguel Farias, versou sobre MÚSICA: MUDANÇA E INCLUSÃO SOCIAL.

Platão disse uma vez que a música é “um instrumento educacional mais potente do que qualquer outro”. Agora os cientistas sabem por quê. A música, eles acreditam, treina o cérebro para formas superiores de raciocínio.`

Para debater sobre a MÚSICA: MUDANÇA E INCLUSÃO SOCIAL, foram convidados o Presidente do Conservatório Pernambucano de Música, Sidor Hulak, a Pianista e Profesora da Universidade Federal de Pernambuco, Helena Maibrada, a Psicóloga Conceição Vieira, do Centro de Reabilitação e Valorizaçao da Criança - CERVAC e o Maestro Ademir Araújo, da Orquestra Popular do Recife.

A música (do grego μουσική τέχνη - musiké téchne, a arte das musas) constitui-se basicamente de uma sucessão de sons e silêncio organizada ao longo do tempo. É considerada por diversos autores como uma prática cultural e humana. Actualmente não se conhece nenhuma civilização ou agrupamento que não possua manifestações musicais próprias. Embora nem sempre seja feita com esse objetivo, a música pode ser considerada como uma forma de arte, considerada por muitos como sua principal função. A música expandiu-se ao longo dos anos, e atualmente se encontra em diversas utilidades não só como arte, mas também como a militar, educacional ou terapeutica (musicoterapia). Além disso, tem presença central em diversas atividades coletivas, como os rituais religiosos, festas e funerais. Há evidências de que a música é conhecida e praticada desde a pré-história. Provavelmente a observação dos sons da natureza tenha despertado no homem, através do sentido auditivo, a necessidade ou vontade de uma actividade que se baseasse na organização de sons. Embora nenhum critério científico permita estabelecer seu desenvolvimento de forma precisa, a história da música confunde-se, com a própria história do desenvolvimento da inteligência e da cultura humanas. (wikipedia)

Sidor Hulak, Presidente do Conservatório Pernambucano de Música
CONSERVATÓRIO PERNAMBUCANO DE MÚSICA
O CPM possui hoje cerca de 1.250 alunos, e um corpo docente formado por 95 professores. Funciona atualmente em dois prédios (sede e anexo), oferecendo cursos regulares (Iniciação Musical, Preparatório e Curso Técnico em Instrumento e Canto) e Cursos de Extensão. Promove, também, a reciclagem periódica dos seus mestres, com vistas à melhoria da qualidade de ensino. Numerosos eventos, com artistas de alto nível, são realizados em seu auditório, permitindo ao seu alunado assistir e participar de concertos, que, além de enriquecerem a vivência curricular, refinam o gosto musical dos jovens aprendizes dos mais variados instrumentos.
O Conservatório Pernambucano de Música promove a reciclagem periódica de seus professores, eventos com artistas de alto nível.
Av. João de Barros, 594Boa Vista
Recife - PE Fone: (81) 3416.6400
E-mail: cpm@fisepe.pe.gov.brWeb
site: http://www.conservatorio.pe.gov.br/
Heloisa Maibrada, pianista e professora de Universidade Federal de Pernambuco
O Departamento de Música desenvolve uma pesquisa sobre a importância da música no desenvolvimento integral da criança. Intitulado "Projeto Musiser", a pesquisa tem a coordenação da professora e pianista Heloisa Maibrada O Musiser visa a apresentar a música não apenas como um processo intelectual de aprendizagem musical e instrumental, mas como uma atividade criativa, dinamizadora do desenvolvimento de processos cognitivos, emocionais e psíquicos das crianças. A duração do projeto será de dois anos, sendo destinado a crianças na faixa dos 4 aos 6 anos de idade. O projeto Musiser baseia-se em dados relevantes que vêm sendo divulgados como resultado de pesquisas sobre a eficácia da atividade musical no processo cognitivo infantil. Dentre as diversas áreas e atividades estimuladas pela aprendizagem musical, destacam-se desenvolver a auto-expressão e o prazer criativo; desenvolver um sentido estético; facilitar o desenvolvimento motor e rítmico; promover a herança cultural, o desenvolvimento vocal e lingüístico e o desenvolvimento cognitivo e o pensamento abstrato; e ensinar habilidades sociais e de grupo.
Para Heloisa Maibrada, quando a criança entra em contato com a música logo cedo, ela começa a exercitar as capacidades de ouvir, compreender e respeitar o outro, até porque a aprendizagem musical contribui para o desenvolvimento cognitivo, psicomotor, emocionaç e afetivo e, principalmente, para a construção de valores pessoais e sociais de crianças e de jovens.

Conceição Vieira é psicóloga do Centro de Valorização da Criança - CERVAC.

Segundo informação do Cervac, no Brasil, cerca de 25 milhões de pessoas possuem algum tipo de deficiência. Ou seja, para 15% da população o direito de ir e vir, entre outros, não está sendo cumprido. E não é preciso caminhar muito pelas ruas das cidades para se observar o quanto o país está distante dos ideais de inclusão social, entendendo-se inclusão como adequação da sociedade à pessoa, e não o contrário. Diante da falta de políticas públicas eficientes, seja no âmbito municipal, estadual ou federal, e serviços de competência, iniciativas comunitárias têm se tornado as principais responsáveis pelo atendimento às pessoas com deficiências, empreendendo soluções ousadas, inovadoras e de efetividade. Nesse contexto, situa-se o Centro de Reabilitação e Valorização da Criança - CERVAC, uma iniciativa essencialmente comunitária com atuação compreensiva e eficiente junto a pessoas com deficiências. Uma história que vem se construindo a partir da atitude decisiva de várias pessoas e do engajamento delas na luta por um mundo onde as diferenças sejam respeitadas e acolhidas.

O CERVAC tem como missão, a valorização de pessoas com deficiência, possibilitando seu desenvolvimento físico e mental, atuando nas áreas de prevenção, sensibilização e reabilitação, favorecendo sua inclusão social através da participação ativa em políticas públicas que lhes garantam melhor qualidade de vida. A musicalização e arte são utilizadas como forma de tornar mais lúdico o processo de reabilitação, o que resultou na criação da Banda FORÇA ESPECIAL, composta por crianças, adolescentes e jovens da própria instituição, tendo em seu currículo apresentações em diversos eventos de âmbito estadual e interestadual. Existe ainda, o grupo Arco Íris do Sonho, que realiza um trabalho de dança, que tem por objetivo promover a inclusão Social da Criança com deficiência junto à sociedade. A arte neste caso, propícia o desenvolvimento pleno do indivíduo nos aspectos cognitivo, psicomotor, social e afetivo. Por essa razão, está incluída na proposta pedagógica da Área de Educação do CERVAC, sendo útil como elemento facilitador da inclusão social das crianças, adolescentes e jovens atendidos pela instituição.

Maesto Ademir Araújo

Ademir Araújo, Músico, compositor e regente. Nascido no dia 16 de outubro de 1942, no Recife, Ademir Araújo, já órfão de pai, quando foi chamado pelo compositor Dudu para tocar na Orquestra da Troça Carnavalesca Coqueirinhos de Beberibe, durante o dia e no Bloco Carnavalesco Madeira do Rosarinho, à noite. Estava assim, consolidado o amor entre o músico e o Carnaval do Recife. Já perfeitamente entrosado com o Carnaval de rua, Ademir Araújo teve contato com grandes compositores pernambucanos: Nelson Ferreira, Capiba, Edgard Moraes, Felinho, João Santiago, Miro Oliveira, Toscano Filho e Claudionor Germano, hoje seu inseparável amigo. Regente da Orquestra Popular do Recife, criada pelo escritor Ariano Suassuna, há 25 anos, Ademir Araújo carrega na sua enorme bagagem musical peças sinfônicas, tal a que compôs em 1975, em homenagem ao sesquicentenário do jornal Diário de Pernambuco, como grandes frevos-de-rua como “Formiga Está de Volta”, “Andréa no Frevo”, “Frevo no ano 2000”, “Tonico está de Volta”, alem de consagradas peças carnavalescas de maracatus, como “Leão Coroado”, “Águia de Ouro”, “Maracatu Indiano”, “Dona Santa”, “Dia de Festa”, “Rei de Angola”, entre outros. Ademir Araújo, ou simplesmente Formiga, como é conhecido entre os amigos, é também integrante do Instituto do frevo da Faculdade Mauricio de Nassau e professor de música das oficinas da refinaria multicultural do Sítio Trindade e da escola João Pernambuco, na Várzea. (extraído do site http://www.carnavaldorecife.com.br/noticias.php?cod=434) O Maestro Ademir Araújo tem significativa atuação na música produzida em Pernambuco nas ultimas cinco décadas. Pesquisador e compositor de talento passeia por diversos ritmos e gêneros com muita desenvoltura. Foi redescoberto por uma nova geração de artistas e músicos, como arranjador e diretor musical. Ao lado da Orquestra Popular do Recife participou de trabalhos das bandas; Nação Zumbi (PE), Eddie (PE), Andaluza (PE), do artista Erasto Vasconcelos (PE), do grupo Camerata Brasileira (RS), A Barca (SP), do músico e compositor Marquinho Mendonça (SP), dentre outros. Autodidata, oriundo das bandas de música, da rica cultura musical pernambucana, o Formiga, como também é conhecido, está para as orquestras de frevos e bandas de músicas, como referência maior, como um grande "mestre de ofício". Ainda hoje, o Mestre Formiga entende o frevo, como música visceral e ainda sem sistematização, e por isso sempre persegue a melhor maneira, o melhor ângulo de compreendê-la e executá-la. Juntos, ele e a Orquestra Popular do Recife definem bem as particularidades do FREVO, estas sempre renovadas nas suas performances. Transcendente, sempre, mas sem perder a essência. Saudações ao "Mestre da Banda"... "Que o frevo continue..." Desde o começo de sua carreira o "Mestre da Banda" busca expressar Música como arte capaz de relatar fatos históricos ou mesmo de expressar sentimento coletivo, que traduza a alma do povo. Enfatiza que o teor da Música enquanto ciência pode intervir diretamente no âmago da sociedade, transformando-se em poderoso instrumento sócio-pedagógico de inserção e transformação através do conhecimento do modo como sete notas, disposta entre sons, timbres, intervalos, etc nos caracterizam como povo único sobre a terra. Defende a tese que esse processo educativo ajuda não só a formar músicos, mas fundamentalmente a capacitar cidadãos conscientes do valor da Música como expressão do ser humano

Rosélio Correia, diretor de operações da TV Pernambuco Marco Antonio, conhece muito bem a magia de uma câmera

Meninos doTrio Sotaque Trio Sotaque, Grupo instrumental pernambucano formado por Luciano Magno (guitarras e violões), Fábio Valois (piano e teclados) e Raimundo Batista (pandeiro)

O Trio Sotaque é um grupo musical pernambucano com ênfase nos ritmos brasileiros tradicionais como o frevo, o baião e o choro. O Trio já coleciona várias turnês internacionais, participando de eventos em:Buenos Aires (Argentina), durante a FIT (Feira Internacional de turismo) em novembro / 2005.Lisboa (Portugal) – BTL (Bolsa de turismo de Lisboa), janeiro/2006.Madri (Espanha) - FiTur (Feira internacional de turismo), janeiro/ 2006.Milão (Itália) - BIT (Bolsa internacional de turismo), fevereiro/2006.Madri (Espanha) - FiTur (Feira internacional de turismo), fevereiro/ 2007.Berlim (Alemanha) – ITB (maior feira de turismo do mundo), março/2007. Hoje, o Trio Sotaque apresenta um repertório amplo. Além de composições próprias, interpreta clássicos da música regional nordestina e da MPB.

Luciano Magno

Fábio Valois, Luciano Magno e Raimundo Batista

http://www.lucianomagno.mus.br/

www.myspace.com/lucianomagno

www.palcoprincipal.com/lucianoma

Música: Sotaque - Autores: Luciano Magno e Fábio Valois Trio Sotaque Música: Relampejo Autor:

TEATRO DE RUA
Explicit
May 20, 2008 06:41 PM PDT
O Programa Liberdade de Expressão convidou o Irineu Correia, do TAO - Teatro Amador de Olinda, a Lucélia Albuquerque, do Teatro do Oprimido, de Augusto Boal, Paulo Michellotto, professor da Universidade Federal de Pernambuco e Anderson Guedes, do Movimento do Teatro Popular de Pernambuco, para uma conversa sobre o TEATRO DE RUA, uma das manifestações mais antigas da cultura popular e que traz na bagagem séculos de histórias e influências, que vão desde os folguedos do Nordeste até as máscaras dos espetáculos medievais.

O próprio teatro originou-se na rua, ou quase isso. O surgimento do teatro se dá no espaço público, e não se pode falar exatamente em rua, que ainda não existia, mas a grande verdade é que ele nasceu no seio da comunicade, antes mesmo do estabelecimentodo teatro grego.

O conceito de teatro de rua, é marcado por uma intenção explícita de criar encenações para serem apresentadas no espaço público. Essa é sua principal característica e os atores passam a impressão de terem encontrado o paraíso no teatro que fazem nas ruas ou em qualquer outro lugar onde a plateia seja formada pela diversidade humana, sem as divisões sociais que se pretende determinar. O maior e melhor ator ator do "teatrão", como é chamado o teatro de palco pelos atores do teatro de rua, pode quebrar a cara na rua. Para a rua tem que ter a química com a plateia diversa, que de alguma maneira intervém nas encenações, transformando-se em protagonistas.

Com as construções dos edifícios teatrais - casas de espetáculos das mais variadas formas e tamanhos, a rua concolidou-se como escolha e não como ausencia de alternativa, é bom que se deixe bem claro, até porque o compromisso dos que fazem teatro de rua é acima de tudo compromisso.

UM RESUMO DA HISTÓRIA DO TEATRO DE RUA

O primeiro registro de teatro de rua contemporâneo no Brasil data de 1946, uma iniciativa que envolveu nomes como Hermilo Borba Filho e Ariano Suassuna. A partir desse momento, a história de tal manifestação encontra parada obrigatória também em 1961, com a criação do Movimento de Cultura Popular (MPC), em Pernambuco – por Paulo Freire e o próprio Suassuna, entre outros –, e pelo surgimento, no mesmo ano, do Centro Popular de Cultura (CPC), da União Nacional dos Estudantes (UNE), no Rio de Janeiro, capitaneado por Oduvaldo Vianna Filho, o Vianninha. Entre as influências na estética do teatro de rua, além da já citada commedia dell’arte, é forte a presença da exuberância visual do circo tradicional e a incomparável habilidade de comunicação de manifestações populares como o maracatu – folguedo nordestino, sobretudo da região de Pernambuco. “É possível usar várias formas de linguagem no teatro de rua”, Os papéis de público e atores também sofrem interessantes mudanças no teatro de rua em relação ao encenado no edifício teatral. A ausência do palco aproxima os lados, enquanto o tom de constante intervenção permeia as apresentações. Afinal, se por um lado um espetáculo pode mexer com o cotidiano da cidade e seus transeuntes, por outro esses mesmos passantes podem – e vão – intervir nas cenas Esse movimento, por sua vez, contribui para a relação do cidadão com a cidade, uma vez que, quando um indivíduo assiste a um espetáculo na praça, ele está também usufruindo um espaço público de convívio urbano. “Ou seja, é a convivência de todos numa praça ou mesmo nas ruas que faz com que elas sejam efetivamente de todos. E o teatro de rua é um dos instrumentos para isso.”

Anderson Guedes é o representante do Movimento de Teatro Popular e em nossas pesquisas para escrever sobre o MTP, encontramos um requerimento do Deputado Sérgio Leite, onde com muita propriedade é feita uma referência ao MTP, que traduz perfeitamente a importância desse movimento para fomentar a cultura no Estado de Pernambuco. ESTADO DE PERNAMBUCOASSEMBLÉIA LEGISLATIVA

Legislatura 16º Ano 2007

Requerimento Nº 1131/2007

Requeremos à Mesa, ouvido o Plenário e cumpridas as formalidades regimentais de que seja formulado, na Ata dos Trabalhos dessa conceituada Casa, Votos de Aplausos para o Movimento de Teatro Popular - MTP e Fundação de Cultura Cidade do Recife-FCCR, pela realização do 5o. Festival de Teatro de Rua, que aconteceu recentemente, fazendo com que os mais diversos bairros da cidade do Recife respirasse cultura durante alguns dias.Da decisão desta Casa, e do inteiro teor desta proposição, dê-se conhecimento ao Movimento de Teatro Popular, através do Sr. Anderson Guedes, com endereço a Rua dos Coelhos, 317 - Boa Vista, Recife - PE; ao Exmo. Prefeito da Cidade do Recife, Sr. João Paulo Lima e Silva, com endereço no Palácio Prefeito Antonio Farias, sito ao Cais do Apolo, 925 - 9o. andar - Bairro do Recife, Recife - PE. CEP 50030-230 e ao Presidente da FCCR, Sr Fernando Duarte, com endereço no Palácio Prefeito Antonio Farias, sito ao Cais do Apolo, 925 - 15o. andar - Bairro do Recife, Recife - PE. CEP 50030-230.

Justificativa

Esse Festival reúne o que se produz em todo o estado, do sertão ao litoral, além de trazer o que há de mais representativo na área de teatro de rua, para servir de modelo e de parâmetro para os produtores desse tipo de teatro daqui da região. Nesse período o movimento é incrementado com a realização de cursos e de oficinas de aperfeiçoamento, com o objetivo de aprimorar as técnicas de abordagem e de comunicação do teatro de rua, em busca de uma linguagem cênica que aproxime as pessoas do teatro que a elas é dirigido.Há de se registrar o esforço imenso que é feito pelo MTP e pela FCCR, com a finalidade de fazer com que a população mais carente, principalmente aquelas que habitam os morros e alagados, tenham a acesso a pelo menos um dos seus bens culturais: o teatro popular.Numa época de grandes dificuldades de produção, quando as regras de mercado apontam para um outro tipo de teatro, é louvável iniciativa como essa que permitem uma interlocução do povo com o seu teatro, fazendo um caminho inverso ao preconizado pelos agentes econômicos, resgatando as origens dessa arte milenar, que no seu nascedouro grego, dava ao povo o que a ele pertencia.Outro fator importante e digno de elogio é a preocupação que o movimento possui com as questões políticas e sociais, investindo no conteúdo das montagens, sem no entanto se despreocupar com a sua forma, utilizando os conhecimentos adquiridos para criar momentos de beleza, poesia e encantamento, sem no entanto se disvincular da realidade e da sua função principal.Pelo exposto, solicito aos deputados e deputadas, nobres companheiros e companheiras de labuta, que aprovem o presente requerimento por ser de fato justo e apropriado.

Sérgio LeiteDeputado

O Professor Paulo Michellotto, da Universidade Federal de Pernambuco, é um dos grandes defebsores e incentivadores do Teatro de Rua e, segundo ele, é um tema que se encontra à margem dos estudos sobre o teatro brasileiro. A historiografia do teatro foi escrita basicamente a partir da dramaturgia e a cena, local do acontecimento teatral, foi renegada ao segundo plano. A ampliação de pesquisas sobre a cena, especialmente nos programas de pós-graduação, tem tentando repensar essa visão. Porém, o teatro de rua é um tema ainda carente de discussão e pesquisas. O preconceito e a falta de uma conceituação clara dessa modalidade teatral são alguns dos problemas encontrados pelo pesquisador que queira investigá-la.

Segundo Lucélia Albuquerque, o Teatro do Oprimido de Augusto Boal é uma metodologia teatral genuinamente brasileira, sistematizada pelo teatrólogo Augusto Boal, que estimula uma postura ativa e protagônica em seus praticantes e espectadores qundo estes são convidados a entrar em cena substituindo um personagem oprimido na situação que está sendo encenada e através da improvisação, uma característica do teatro de rua em geral, apresente alternativa que mude os rumos do acontecimento de opressão. O Teado do Oprimido estimula discussão de qualquer tema no qual exista um conflito claro e objetivo e o desejo e a necessidade de mudança.

No Teatro de Rua e no Teatro do Oprimido, em especícifico, o diálogo entre atores e espectadores é o primeiro passo para a resolução do assunto em discussão, pois aponta caminhos e alternativas, sem oferecer soluções extraordinárias nem mágicas para problemas concretos, mas é um instrumeneto lúdico, criativo e eficaz de estímulo à reflexão, ao diálogo e à elaboração de propostas.

Irineu Correia, do Teatro de Amadores de Pernambuco, um dos ícones da resistência do teatro na cidade de Olinda, um dos mais respeitados grupos teatrais daquela cidade, que atualmente e junto com os demais grupos de teatro têm enfrentado toda sorte de adversidades por falta de teatro para ensaios. O Teatro de Amadores de Olinda - TAO -, do qual o Irineu é representante, tem no seu currículo a apresentação de inúmeros espetáculos, entre eles: "Brincando em Cima daquilo" / "Ubu Rei (Pai Ubu e Mãe Ubu)" , A Cor da Exclusão, Teamu & Cia, Cantares do meu Povo, entre muitos outros e cujas apresentações ocorrem em sua maioria na cidade do Recife, que tem colaborado com o Teatro de Rua, já que em Olinda a situação é extremamente adversa.

Para Irineu, o Teatro de Rua é missão. Missão de poder levar a um público carente de teatro em suas comunidades e que de repente, além de assistir às apresentações, também podem se transformar em protagonistas, participando das cenas e contextualizando sua propria dramaticidade, com aquela que lhe está sendo apresentado sob forma de espetáculo.

Escutar os meninos do ARABIANDO é ter a certeza de que a música está na alma de cada um deles. Fui atrás de mais informações sobre eles e cheguei lá no Orkut onde encontrei exatamente o que precisava para colocar aqui no blog do Programa Liberdade de Expressão. "Tecendo com tradição e muita originalidade a música popular brasileira, o Arabiando desponta no cenário musical de Pernambuco com uma nova proposta artística: pesquisar novas sonoridades e difundir o choro pernambucano em todo o país. A qualidade sonora do Arabiando deve-se primeiramente à formação musical dos seus integrantes onde todos, sem exceção, estudaram no Conservatório Pernambucano de Música. Outro aspecto deve-se à improvisação e aos arranjos bem elaborados que têm lugar de destaque na história deste grupo.Toda essa combinação resulta numa musicalidade apurada aliada a uma performance impecável de jovens músicos pernambucanos. Aliás, jovens com uma média de idade de 25 anos, executando com habilidade excepcional, choros que vivenciaram com a velha guarda."

CONTATOS:Rodrigo Samico 55 81 9922 1188

E-mail: arabiando@hotmail.com

Site: http://www.arabiando.com/

Jô Maria 55 81 9244 9612

Mery Lemos 55 81 9614 5973vitroproducoes@yahoo.com.br

Fantásticos!

Fantásticosssssssssss!!!!!!!!!!!

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