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CENÁRIO... A ARTE INTEGRADA À TELEVISÃO
Explicit
April 15, 2008 10:37 PM PDT

COMPOSIÇÃO DO CENÁRIO DO PROGRAMA LIBERDADE DE EXPRESSÃO


CENÁRIO LATERAL PINTADO PELO MIGUEL FARIAS COM AJUDA DO ALAN BRUNO


PRIMEIROS TRAÇOS DO DELANO



PAINEL 01









PAINEL 2 PRONTO

INÍCIO DO PAINEL CENTRAL



PAROU AQUI... O TEMPO ...
INTERFERIMOS NA OBRA DO MAGO DELANO (EU E MIGUEL FARIAS), PRECISÁVAMOS TERMINAR O PAINEL


MIGUEL E ALAN PINTANDO MAMULENGOS



ALAN BRUNO EM AÇÃO

MIGUEL E ALAN BRUNO. VOU MANDAR ESTA FOTO PRÁ ELE

MIGUEL DANDO DETALHES FINAIS NOS MAMULENGOS

FINAL


CENÁRIO...

História.

As representações na idade antiga e na época medieval eram feitas em palcos desprovidos de qualquer acessório ou artifício que representasse os ambientes de um drama. A idéia de construir cenários surgiu em meados do século XVII quando William Davenant (1606-1668), gerente do teatro do Duque de York, passou, a partir de 1660, a representar o ambiente de suas comédias e tragédias usando cenários montados no palco. Mas, somente um século e meio mais tarde, no século XIX, a tecnologia da montagem de cenários de teatro desenvolveu-se com rapidez. Muitos efeitos especiais foram criados, tanto na simulação de ambientes internos (moveis verdadeiros, paredes com portas e janelas, etc.).e externos (jardins, calçadas com postes de luz, fontes, praias, pores-do-sol, cúpulas de céus estrelados, etc.) passaram a integrar os recursos para ambientação das histórias vividas nos palcos. Atualmente, a falta de uma representação mínima do cenário de uma história prejudicaria sua representação no palco a ponto de anular completamente o efeito educativo almejado. Isto porque, a falta do cenário, que foi habitual para os antigos, hoje causaria estranheza e rejeição. O ideal está em ter um cenário simples mas com o indispensável para estimular a imaginação do espectador; e evitar tanto aquela cuja riqueza elaborada e cansativa, como também não ter cenário algum.

Apesar de que a expressão CENÁRIO reúne tudo que diz respeito à ambientação de uma peça, inclusive os efeitos cênicos obtidos com a utilização de sons naturais, de música, iluminação, etc., a palavra, no seu uso mais comum, refere-se à imitação, no palco, de ambientes internos como salas de estar, escritório, etc., ou externos como rua, jardim, campos, e outros onde tem lugar a ação. Tais imitações são obtidas com a utilização de painéis pintados, estruturas sólidas em madeira, móveis e objetos reais ou fabricados pelos técnicos da cenografia.

O grande detalhamento tem seus problemas. Por exemplo, onde colocar todo o material de um cenário quando, na passagem de um ato para outro, o cenário tem que ser mudado? Quanto tempo será gasto nessa mudança, principalmente quando objetos muito pesados forem utilizados?

A mudança de cenário precisa ser rápida e é necessário ter um time de pessoas treinadas para a operação de desmontar e remontar cenários com rapidez, sem fazer ruídos e sem provocar acidentes. Este é um argumento em favor da simplicidade.

O elemento básico dos cenários mais baratos e fáceis de serem mudados e guardados são os painéis de lonas pintadas esticadas em um bastidor de madeira.

Rubem Queiroz Cobra
Lançada em 04-09-2006

DELANO

O Delano não é cenógrafo... mas é um artista simples, que deixou de lado sua importância no cenário artístico e foi pintar o cenário do Programa Liberdade de Expressão, que Miguel Farias vai estrear na TV Pernambuco. Ele disse que aquele não seria o cenário que ele pintaria para o Miguel. Queria tempo, espaço, tranquilidade ... pois assim seu trabalho seria exatamente o que ele transporta para as telas em seu ateliê da Rua de São Francisco, onde mora com sua mulher Macira e seu filho Vicente.

Não... não seria este o cenário....

Não expressa a importância de seu trabalho...

Mas a simplicidade de Delano levou-o a pegar nos pinceis e utilizar tinta d´água e deixar sua marca no cenário do Liberdade de Expressão.

Neste momento, fico imaginando quantas coisas acontecem com as pessoas simples, sem vaidade, sem a prepotência que hoje é característica comum em nossa sociedade. Fico imaginando o que passa na cabeça das pessoas quando nós, ao pensarmos no cenário para o Liberdade, nos determinamos que ele seria especial para os convidados especiais que serão levados a expor suas ideias naquele espaço mágico onde poucos poderão adentrar e perceber que nós o preparamos para cada um deles.

E aí volto ao Delano... que pintou as duas belas peças laterais e inicou a peça central do Liberdade e não conseguiu terminar por falta de tempo... o grande perturbador do artista, que precisa acima de tudo de paz. (Miguel me chamou e nós dois, interferimos na obra do artista e terminamos a peça, sem nenhuma pretensão de chegar próximo ao que seria feito, se o tempo não tivesse trabalhado contra)

Está lindo o cenário do Programa Liberdade de Expressão! E só nos resta agradecer nada mais.


MIGUEL E ALAN BRUNO


O cenário lateral foi pintado pelo Miguel. São os Mamulengos com suas cores vibrantes e que fazem parte do seu mundo. Lá estava também o Alan Bruno, filho do Ramon, que pegou nos pinceis e Miguel e Bruno se encontraram no mundo mágico da folia popular dos bonecos que têm a cara do nosso povo, a alegria e o olhar espantado de quem sempre deseja saber mais, muito mais sobre a vida, sobre o mundo, sobre tudo. O Alan Bruno, que tem 10 anos adorou a festa e se investiu nas cores e acompanhando o gestual daquele mundo novo que naquele momento se abria prá ele.


ALAN BRUNO


Este cenário lateral é a cara do Miguel Farias e é nele que os artistas convidados irão se apresentar.

Pinturas à parte, mais gente estava lá durante a misturada de tintas... a Macira Farias, que dedicou horas de seu corrido tempo para detalhar como nós poderíamos fazer um espaço simples, mas harmonioso. Ela é decoradora, com trabalhos até em Paris e se propôs a ajudar na concepção do espaço.

MACIRA FARIAS

Apareceram outras pessoas a quem devemos agradecer: ao Isasc Sales, da Perpart, que nos apresentou ao Jairo e que nos cedeu espaço para preparação e pintura das telas

JAIRO, DA PERPART

Também da PERPART, apareceram a Walquíria e a Tatiane, que conversaram e alegraram enquanto estávamos lá (olha a foto delas!

O Roberto Lessa também apareceu por lá prá dar uma força. Ele sabia que estávamos precisando!

Uma figura nos chamou a atenção, um senhorzinho lindo, que ficou todo o tempo que dispunha observando tudo aquilo que estava acontecendo. O senhor Juvenil. Não sei se ainda vamos nos encontrar, mas ficou marcada sua presença e resolvemos fotografá-lo para que não nos esqueçamos dele.

SENHOR JUVENIL


Miguel também presente, ora indo ao estúdio acompanhar o trabalho do pessoal que estava lá na preparação das telas e acompanhando atentamente o trabalho do Delano


MIGUEL FARIAS ATENTO... LIGADO...

A equipe começou a crescer para o fechamento do trabalho enós os fotografamos. Sem eles ... o que seria de nós?

JOSÉ EDUARDO, SEU MÁRIO DA SILVA LIMA E JOSÉ SEVERINO DA AÇÃO DA CIDADANIA E O JOÃO, DIRETOR DE PROGRAMAÇÃO DA TV PERNAMBUCO

A EQUIPE CELEBRANDO COM GUARANÁ

MIGUEL

TERMINAMOS E AGRADECEMOS

FIM


JOÃO - DIRETOR DE PROGRAMAÇÃO DA TV PERNAMBUCO OLHANDO

MARCOS E JUNIOR, QUE ESTICARAM AS TELAS

MIGUEL

ELE DE NOVO

RAMON, NOSSO AMIGO E QUE NOS AJUDOU MUITO. PAI DO ALAN BRUNO

RAMON COLANDO O CENÁRIO DO PROGRAMA PODER, DE NOSSO AMIGO ANSELMO

Maristela Farias