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PROGRAMA LIBERDADE DE EXPRESSÃOMiguel Farias |
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O CIRCO E SUAS LINGUAGENS
May 20, 2008 06:37 PM PDT
O circo é umas das mais antigas artes de espectáculos do mundo. Teve origem em povos nômades da Eurásia.
A história do Circo no Brasil começa no século XIX com famílias e companhias vindas da Europa, onde agruparam-se em guetos e manifestavam sentimentos diversos através de interpretações teatrais onde não demonstravam apenas interesses individuais e sim despertavam consciencia mútua. No Brasil, mesmo antes do circo de Astley, já haviam os ciganos que vieram da Europa, onde eram perseguidos. Sempre houve ligação dos ciganos com o circo. Entre suas especialidades incluíam-se a doma de ursos, o ilusionismo e as exibições com cavalos.Eles viajavam de cidade em cidade, e adaptavam seus espetáculos ao gosto da população local. Números que não faziam sucesso na cidade eram tirados do programa. Existem muitos tipos de circo: circo de rua, circo tradicional, circo chinês, circo russo etc. O universo circense é na verdade um conjunto de diversas artes: malabarismo, palhaço, acrobacia, monociclo, adestramento de animais, equilibrismo, ilusionismo etc. No Programa Liberdade de Expressão gravado dia 05 de maio de 2008, Miguel Farias recebeu personalidades circenses, para conversar sobre as diversas linguagens. Estavam presentes Armia Escobar, nossa querida Madre Escobar- Coordenadora do Arricirco- Ryan - mágico -, Gilberto Trindade - fundador do Circo da Trindade, artista e Gerente de Circo da Prefeitura da Cidade do Recife e Marcos Lima, também do Arricirco.
Aprendendo com o circo Aprender sobre o circo e para o circo. Esse é o objetivo básico da Universidade Livre do Circo, que estará funcionando a partir de março de 2001. Com sede em Brasília, Rio de Janeiro ou Belo Horizonte (a cidade ainda não foi definida), a universidade terá quatro módulos itinerantes e desenvolverá programas, projetos e ações culturais com determinações pedagógicas. Segundo o ator Marcos Frota, criador do Grande Circo Popular do Brasil - montado na capital desde a semana passada -, a universidade não será apenas uma escola de circo. O que norteia a sua fundação é, mais do que ensinar práticas circenses, preparar a criança carente para o mundo. ''Espero, na minha terceira idade, ver crianças que hoje encontram-se em situação de risco formadas pela Universidade do Circo, trabalhando e criando um mundo melhor para elas'', diz o ator. O projeto da Universidade Livre do Circo prevê um ensino prático, teórico e técnico do mundo do circo. A escola terá disciplinas como História do Homem e das Civilizações, História da Arte, Historia do Circo, Línguas, Ética, Ecologia e Espiritualidade. A prática será ensinada por meio de atividades lúdicas centradas no circo e nas suas expressões - que englobam teatro, dança, música, literatura, artes plásticas, artesanato e esportes. Além de artistas, a universidade também pretende formar mão-de-obra técnica. Operadores de som e de luz, montadores e pessoal de apoio são alguns exemplos. O diretor artístico do Grande Circo Popular e mentor da Universidade Livre de Circo, Luís Maurício Carvalheira, ressalta que a universidade será um sistema aberto, popular e alternativo de educação. ''Ela funcionará por meio de intercâmbios e parcerias com entidades assistenciais que já têm programas similares - ou que desejam ter. Nós prestaremos serviços pedagógicos e sociais a essas entidades'', explica. ''Boas escolas de circo podem ser encontradas em todo o país, não queremos ser apenas mais uma. O que a universidade busca é uma forma de usar a prática circense no crescimento integral da criança''. O módulo fixo funcionará como sede da universidade. Nele, segundo Luís Maurício, serão realizados projetos sociais e educacionais, estudos, pesquisas, seminários e intercâmbio entre instituições, do Brasil e do exterior. Os módulos intinerantes, por sua vez, atuarão como espaço para que os projetos pensados na sede da universidade sejam postos em prática. ''Priorizaremos experiências alternativas e novas formas de aprendizagem. Não há um currículo padrão. Os programas serão feitos conforme a necessidade da comunidade que requisitar o nosso apoio. Não existe rigidez acadêmica. No circo, o aluno será capacitado de acordo com o seu interesse, terá acompanhamento psico-pedagógico e assistência social. Mas continuará freqüentando a escola formal'', diz ele. No campo profissional, Marcos Frota garante que há espaço de sobra para quem trabalha com as artes. ''A indústria do entretenimento é a que mais cresce em todo o mundo. São muitos os circos e parques temáticos, por exemplo, que precisam desse tipo de profissional. Acredito que pessoas com formação artística serão absorvidas com maior facilidade por esse mercado em desenvolvimento''. A idéia de lançar uma universidade destinada ao ensino da arte circense surgiu em conversas informais, realizadas após algumas das tantas apresentações do Grande Circo Popular do Brasil pelo país afora. ''O circo ganhou fama e se solidificou, mas eu sentia que a sua longevidade não dependia apenas disso. Ele precisava ser mais do que apenas circo; precisava unir cultura e caridade. Precisava, antes de tudo, não olhar apenas para o próprio umbigo'', conta Marcos Frota. O embrião da universidade começou a pulsar há cinco anos, com a criação do Arraial Intercultural de Circo (Arricirco), organização não-governamental sediada em Recife (PE). Criado por iniciativa de Luís Maurício Carvalheira e de Armia Escobar, em parceria com o Grande Circo Popular, o Arricirco tem uma espécie de filial em Limeira (SP). ''O Arricirco é, em menor escala, o que será a Universidade Livre do Circo'', diz Luís Maurício. Para veicular os programas do Arricirco e da universidade foi fundado o Instituto Cultural e Assistencial São Francisco de Assis (Icasfa), em 1995. Com o objetivo de pensar o circo de forma sistemática - nos seus aspectos artísticos, sociais e educacionais -, o instituto formou equipes, reuniu artistas, educadores e agentes culturais e buscou parcerias para realizar projetos sociais. (Correio Braziliense) O Circo da Trindade é um núcleo de pesquisas e experimentações nas artes circenses e suas manifestações. Foi fundado em 2003, quando os atores Gilberto Trindade e Maria Luiza Lopes receberam um convite do professor Marco Camarotti para integrarem a equipe responsável pela pesquisa de campo em drama circense que resultaria na publicação do livro “O Palco no Picadeiro: na trilha do circo-teatro”, de autoria do próprio Camarotti.
No ato de sua formação o Circo da Trindade, contou com o apoio artístico da atriz Juliana Trindade. Atualmente, o núcleo conta com os atores Gilberto Trindade, Maria Luiza Lopes, Marcelo Oliveira, Júlia Fontes e Neto Portela, além de uma equipe responsável pela manutenção do equipamento e produção dos espetáculos. A adoção de uma visão contemporânea sobre a arte do circo e a formação inicial dos participantes em teatro e dança fez com que o núcleo inserisse o estudo destas manifestações como um dos seus princípios. A completude daformação do artista e a consciência quanto à sutileza das arestas divisórias entre formas de arte como o circo, o teatro, a dança e a música representamum dos princípios norteadores do trabalho do grupo. A concretização dessas reflexões do núcleo sobre as artes cênicas se efetivou em 2005, através da montagem do espetáculo Reprisódias que se constitui da encenação de várias reprises circenses – esquetes cômicas tradicionalmente apresentadas pelos palhaços em circo. Este espetáculo estreou no 15º Festival de Inverno de Garanhuns e deve cumprir temporada ainda este ano em Recife. Além da vertente artística, o Circo da Trindade também desenvolve estudos na área da arte-educação, pois parte de seus integrantes encontram-se em formação pelo Curso de Licenciatura em Artes Cênicas da Universidade Federal de Pernambuco. A sede do Circo da Trindade se localiza na Estrada de Aldeia, km 12, rua da Telebrás, Condomínio Recanto de Aldeia. O espaço é um local reservado a apresentações artísticas e culturais e está aberto a visitações com agendamento prévio.
Ilusionismo é a arte de entreter uma audiência criando ilusões que confundem e surpreendem, geralmente por darem a impressão de que algo impossível aconteceu, como se o mágico tivesse poderes sobrenaturais. No entanto, esta ilusão da magia é criada totalmente por meios naturais. Os praticantes desta actividade designam-se mágicos ou ilusionistas.
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Podcast SummaryO Programa Liberdade de Expressão é uma revista eletrônica, veiculada atualmente na TV PERNAMBUCO, apresentad por Miguel Farias e que pretende amplificar e dar visibilidade à produção cultural, filosófica e artística, levando conteúdo reflexivo para a população tomando em consideração as demandas dos movimentos sociais e principalmente discutir as possibilidades de inclusão social, cultural e econômica BlogBlogs.Com.BrAbout MIGUELFans of this ShowFavorite LinksMiguel's FriendsContact MeSubscribe to this Podcast
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